Balneário Camboriú vai receber sete escalas de cruzeiro

19 de abril de 2017

na temporada 2017/2018

O municipio se prepara para receber os cruzeiros e turistas de uma maneira melhorada na próxima temporada

Balneário Camboriú já começa a se preparar para as sete escalas de cruzeiros previstas para a temporada 2017/2018, que inicia em novembro. Na última semana, uma reunião apontou o que deu certo e o que pode ser melhorado para as próximas escalas.

Em 06 de abril, a cidade recebeu o primeiro transatlântico, que aportou no Atracadouro Barra Sul, vindo de Búzios (RJ). O navio, de 333 metros de comprimento e 37 metros de largura, chegou com 3.808 passageiros, de 10 nacionalidades, e 1.280 tripulantes.

Um dos pontos altos destacados foi a diversidade de atrações colocadas à disposição dos turistas. Ao desembarcar, o visitante foi recebido com música e convidado a conhecer o artesanato, a cultura, a gastronomia e o comércio do Município. Um sinal de que a cidade agradou foi o grande número de passageiros que deixou para embarcar nos últimos momentos. Em média, de 200 a 300 pessoas retornam para o navio nas horas que antecedem o momento dele partir. Em Balneário Camboriú, o número foi três vezes maior.

A impressão da chegada do primeiro navio foi muito boa. Recebemos elogios do Ministério do Turismo. Estamos falando de um navio-teste. Imagina quando recebermos mais cruzeiros?”, disse o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Altamir Osni Teixeira, na reunião que contou com a presença também da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Fundação Cultural e também das empresas e entidades que participaram das atividades de recepção do cruzeiro.

18 de abril de 2017, clickcamboriu/turismo

Aprovada medida provisória que cria programa Cartão Reforma

17 de abril de 2017

Programa foi lançado por Temer em 2016. Limite da renda familiar para beneficiários passou de R$ 1,8 mil para R$ 2,8 mil; texto, já aprovado pela Câmara, segue para sanção de Temer.

Na última terça-feira (4), o plenário do senado aprovou a medida provisória editada pelo presidente Michel Temer que cria o programa Cartão Reforma. Como Ministério Público já havia aprovado pela Câmara, seguirá para sanção de Temer. É importante para o corretor estar sempre informado sobre as novidades no governo para que possa auxiliar seus clientes.

Lançado pelo governo no ano passado, o programa prevê a destinação de recursos para que famílias de baixa renda possam comprar materiais para reformar suas casas e contratar pedreiros.

Como o Cartão Reforma foi criado por medida provisória, passou a ter força de lei a partir da data de publicação, em novembro do ano passado. Ainda assim, o texto precisava ser aprovado pelo Congresso Nacional para valer de forma definitiva.

Os senadores que integram a base aliada do governo, estimam que cerca de 100 mil pessoas serão beneficiadas pelo programa. Ainda segundo esses parlamentares, os investimentos do Cartão Reforma podem chegar a R$ 1 bilhão.

Quem pode ter acesso?

A princípio, o governo lançou o programa com a previsão de que as famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil poderiam se inscrever no Cartão Reforma. Ao analisar a MP, o Congresso aumentou esse limite para R$ 2,8 mil.

O projeto define que o valor do benefício será definido pelo Poder Executivo. No lançamento do programa, o presidente Michel Temer informou que as famílias terão direito a crédito de R$ 2 mil a R$ 9 mil (com benefício médio de R$ 5 mil).

Acúmulo de subsídios

Os parlamentares fizeram outra alteração no projeto do governo e está relacionada ao acúmulo de subsídios.

Pelo texto aprovado pelo Congresso, o benefício do Cartão Reforma não poderá ser acumulado com outros subsídios concedidos pelo governo em programas habitacionais, exceto os concedidos a pessoas físicas há mais de dez anos.

Para a concessão dos benefícios, terão prioridade famílias cuja responsável seja uma mulher, ou que tenham um idoso ou uma pessoa com deficiência como integrante. Também serão priorizadas famílias com renda familiar mais baixa.

Zona rural

Ao passar pela Câmara, os deputados aprovaram uma emenda que determina que o programa deverá destinar, no mínimo, 20% dos recursos para famílias que habitam em zonas rurais. O texto original do governo previa o percentual de 10%. A alteração foi mantida pelos senadores.

Aprenda a lidar com objeções do cliente durante a venda

17 de abril de 2017

Nem todo dia o corretor de imóveis se depara com pessoas simpáticas, que só fazem elogios e fecham negócio rapidamente. Pelo contrário, os clientes estão a cada dia mais exigentes, querem saber todos os detalhes, comparam e questionam qualquer possível defeito. Se o corretor não quer perder o negócio de cara, a orientação é ter paciência e respostas claras.

“Todo profissional que trabalha lidando com cliente sabe que, eventualmente, terá que descascar alguns caroços. Fazer exigências faz parte do processo de negociação. O passo número um é estar focado no atendimento. Os clientes que fazem muitas perguntas são detalhistas e o corretor preparado vai saber responder com clareza”, explica Alexandre Frickmann, executivo comercial que atua há mais de 14 anos em posições de liderança nas áreas de Vendas e Marketing.

Segundo Frickmann, o corretor deve ter serenidade, porque alguns fatores influenciam o cliente. Por exemplo, pode ser a compra do primeiro imóvel, que é envolvida pela da insegurança de fazer a escolha certa. O interessado está no direito dele de perguntar e fazer suas exigências coerentes.

“Claro que existem os chatos. Tem cliente que prefere exercer esse papel ao invés de simplesmente dizer que não gostou do imóvel, que ficou acima do que pode pagar. Mas o bom profissional de vendas sabe lidar com essas situações sem perder a compostura”.

Diante de apontamentos negativos, a solução será buscar um imóvel mais adequado. Por mais que o corretor tenha argumentos positivos contra cada indicação negativa do cliente, o profissional tem que ter o discernimento de saber em que momento e o que é cabível de argumentar.

“Se o cliente não gostou do apartamento porque é pequeno para o que deseja, não adianta o corretor insistir reforçando que é sol da manhã e está no preço de oportunidade. Se é pequeno na concepção do cliente, então não há solução, partimos para buscar novas alternativas”.

Melhor não ter

Especialista em psicologia aplicada em negócios e programação neurolinguística, Carlos Cruz explica que o corretor deve amortecer a objeção, evitando argumentar. Primeira é preciso entender o que está por trás dela.

“Uma objeção é como se fosse um soco, se eu bater de frente é pior. Quando o cliente diz que está caro, o corretor pode falar que entende a preocupação com o investimento e que está buscando uma solução para atender à necessidade. Ou seja, se coloca ao lado dele. E aí sim, mostra os diferenciais, os benefícios que o imóvel pode proporcionar”.


Dicas para Corretor,11 de abril de 2017