Registro de imóveis: saiba como orientar seu cliente

23 de janeiro de 2017

Em busca de uma residência o cliente vai atrás de uma corretora e conhece um profissional que indica locais. Juntos eles negociam o valor com o proprietário, o cliente entrega sua documentação pessoal, faz o pagamento e… lá vêm os registros do imóvel.

Para não haver surpresas, o corretor deve dizer ao cliente que ele reserve uma quantia extra para o pagamento da documentação da futura casa ou apartamento. Alertado pelo seu corretor, o engenheiro carioca Rodolfo Uchoa já havia se preparado para “encarar” o gasto extra quando resolveu comprar seu primeiro apartamento. Ainda pesquisou bastante sobre os procedimentos e separou um montante para a nova casa e outro para impostos e cartório. “Mesmo assim fiquei surpreso, porque os valores são bem altos”, relembra ele.

O corretor deve alertar ao cliente que a primeira das taxas é o chamado ITBI, que significa Imposto de Transmissão de Bens Imóveis Intervivos, uma despesa básica na hora da compra. Custa, em média, 3% do valor da escritura, e é paga sempre à vista. “Ela é sempre responsabilidade do novo proprietário, porque diz respeito ao interesse do comprador. Tem um ditado que diz ‘quem não registra não é dono’, e todos os compradores querem ser donos”, pontua o especialista Jorge Sakamoto, da JKS 

É bom que o futuro proprietário saiba que a venda do imóvel é feita apenas por meio da outorga da escritura pública ou através de Contrato de Compra e Venda com força de escritura pública – no caso de financiamentos bancários ou de Sentença Judicial. Para fazer a escritura é preciso providenciar uma série de documentos, principalmente da matrícula (registro do imóvel, que custa 4,5% o valor da escritura), e cópia da notificação do IPTU. Mas há exigência de outros documentos como RG, CPF, certidões de nascimento atualizado ou de casamento atualizado – com todas as averbações de alteração de estado civil –, comprovante de endereço, e demais certidões pessoais com referencia à transparência dos vendedores, e que não terão impedimento para venda do imóvel. Tudo passa pelo profissional de corretagem.

A lista de certidões inclui Certidão Negativa de Ação Cível e de Família e Execução Fiscal, Certidão negativa da Justiça Federal, Certidão Negativa da Receita Federal e Certidão Negativa da Justiça do Trabalho. “O tempo para obtenção destas certidões são sete dias. Feito a escritura, ela é encaminhada para o Cartório de Registro de Imóveis competente, que também pede prazo de sete dias para a conclusão”, explica Sakamoto. E apesar de toda esta burocracia, o novo morador pode se mudar para o imóvel antes que essa papelada esteja pronta, desde que, ou conforme o que foi combinado entre vendedores e compradores. Um corretor registrado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis cuida de quase todo o processo até a entrega das chaves.

Fonte: 

 >ZAP ProDicas para Corretor

Mercado é aquecido por universitários no início do ano

23 de janeiro de 2017

Janeiro é considerado o melhor mês para os corretores de imóveis, isso porque o número de buscas por um novo imóvel cresce muito. Isso ocorre tanto para venda quanto para a locação.

Em relação ao aluguel em São Paulo, o aumento nas buscas de imóveis se deve especialmente à busca de estudantes do interior paulista ou de outros estados que vão começar a estudar em universidades paulistanas e precisam de um lugar para morar ao longo dos próximos anos.

A pesquisa feita pela Lello condomínios, aponta que a locação de imóveis para estudante provoca um aumento de  30%  a 35% do volume de contratos de aluguel fechados de janeiro até março.

Segundo o levantamento, os tipos de imóveis mais procurados normalmente são apartamentos de um ou dois dormitórios, situados próximo a estações de metrô e com bom estado de conservação. “Além da localização, imóveis mobiliados, por exemplo, favorecem de forma significativa na hora da escolha”, diz Roseli Hernandes, diretora de Locação de Lello Imóveis.

Roseli explica que as unidades com esse tipo de perfil, disponíveis para locação e situadas em regiões próximas às faculdades, costumam ser alugadas mais rapidamente nesta época do ano.

“O fechamento dos contratos de locação pode ser agilizado quando os pais dos estudantes concordam em ser fiadores e apresentam as condições necessárias para a aprovação da ficha. Mas outra modalidade muito utilizada é o seguro-fiança”, conclui a diretora da Lello.

Fonte:

>ZAP ProMercado Imobiliário

6 dicas para ser o melhor corretor de imóveis da região

17 de janeiro de 2017

Você quer se destacar da concorrência? Então confira nossas dicas para se tornar o melhor corretor de imóveis da região.

A concorrência no mercado imobiliário é bastante acirrada. Por isso, hoje não basta mais ser um bom corretor, você precisa se esforçar para se destacar de fato. Nesse post, vamos lhe dar algumas dicas para que você se destaque e seja o melhor corretor de imóveis da região. Confira:

Informe-se sobre o mercado

Por mais batido que pareça dizer isso: informação é poder! No mercado imobiliário essa frase é ainda mais verdadeira. A compra de um imóvel é algo que não se repete com frequência na vida das pessoas, muito pelo contrário. Muitos consumidores compram um único lar na vida. Por isso, é importante que o corretor seja um profissional capaz de orientar esse cliente diante de uma situação tão nova.

Um corretor de imóveis que quer ser o melhor diante dos seus concorrentes precisa estar sempre atento à economia, ao mercado imobiliário e a novidades sobre questões práticas como financiamento e documentação. Quanto mais bem informado, mais completo será o seu atendimento e mais você irá se destacar.

Conheça a sua região

Esse é o ponto mais importante pra você sair na frente na sua região. Estude os locais onde for trabalhar: conheça as ruas, os principais pontos de interesses e até mesmo a geografia. Um corretor campeão deve saber quais ruas enchem em caso de chuva forte, onde é mais seguro, que trechos têm mais trânsito… Da mesma forma, precisa saber onde ficam os bancos, quais os melhores restaurantes, os mercados mais baratos, etc.

Esse tipo de informação pode fazer a diferença como argumento de vendas e lhe ajuda a mostrar que não é mais um corretor “feijão com arroz”.

Busque uma especialização

Deixe de atirar para todos os lados e escolha um foco. A lógica é simples! Se você com dificuldades para enxergar você procura um clínico geral ou um oftalmologista? Por que o seu cliente procuraria um corretor que faz de tudo um pouco ao invés de um especialista?

Você pode se especializar em imóveis residenciais, em salas comerciais, em microapartamentos, em casas de alto padrão, em venda, em locação… As possibilidades são inúmeras, o importante é escolher um segmento com o qual você tenha mais afinidade e, é claro, com o qual seja possível atuar na região escolhida.

Dessa forma, você concentra seus esforços, constrói uma carteira de imóveis mais consistente e se torna uma referência na sua área de atuação.

Construa uma rede de relacionamento

Esse ponto é o verdadeiro pulo do gato. Quando você constrói relacionamentos na região você é beneficiado tanto para captação de imóveis, quanto para prospecção de novos clientes. Conheça pessoas em variados segmentos e lugares para que elas possam lhe indicar clientes e imóveis que você possa trabalhar.

Alguns tipos de estabelecimentos são estratégicos: cartórios, escritórios de advocacia, lojas de artigos para bebês, salões de beleza e padarias, por exemplo. Assim você sabe quem está separando, casando, se mudando ou aumentando a família e pode criar oportunidades para novos negócios.

Faça parcerias

Já falamos de parceria aqui no VivaCorretor e elas são mesmo muito importantes para que você se estabeleça como referência local. Procure fazer parcerias com corretores e imobiliárias em outras regiões, assim eles podem lhe indicar para contatos que estejam procurando algo na sua região.

Foque seus esforços de divulgação

Invista em veículos locais para divulgar o seu nome. Pode ser um jornal de bairro, um patrocínio nas camisas de alguma quadra de futebol, um outdoor numa rua movimentada, o importante é aparecer! E não esqueça da internet: crie sua presença digital com um blog e/ou redes sociais, sempre relacionando seu nome com a região onde você atua. Nos portais, mantenha seus imóveis atualizados e com os endereços corretos para que quem procurar pela sua localidade possa encontrar seus anúncios com mais facilidade.

Fonte: Viva Corretor