5 Dicas de Pós-Venda para o Corretor de Imóveis

31 de outubro de 2016

1 – Organização é fundamental

Você pode até confiar na sua memória e na sua capacidade de lembrar-se de tudo sempre, o tempo todo. Mas a memória falha, sobretudo em períodos mais caóticos e de muito trabalho. Quem nunca esqueceu as chaves no escritório ou abandonou um guarda-chuvas por aí?

A organização é peça-chave na hora de melhorar o seu atendimento pós-venda. Mantenha um registro de todos os seus clientes, com nome, contato e informações sobre a negociação.

Lembre-se de incluir também aqueles clientes com quem você não fechou negócio. O processo de decisão de compra de um imóvel pode levar meses e novos imóveis podem entrar na sua carteira no período entre o primeiro ‘não’ e a assinatura do contrato.

Quer organizar melhor o seu atendimento pós-venda? O VivaCorretor tem uma planilha perfeita para isso! Clique aqui para conhecer.

2 – Ajude seu cliente a transformar a casa nova em um lar

Não é incomum que o seu cliente descubra alguns probleminhas no imóvel logo após a mudança, probleminhas que ele pode não ter percebido durante as visitas. É um cano velho aqui, um chuveiro queimado ali…

Esteja presente e se mostre útil nestes momentos. Aproveite para mostrar toda a sua dedicação e conhecimento e indique profissionais para resolver essas situações. Mudança é estressante e tenha certeza de que seu cliente ficará muito satisfeito se você ajudar a aliviar esse estresse.

E que tal oferecer um e-book ou guia com dicas das melhores atividades no bairro novo? Parques, cinemas, shoppings, restaurantes… Você mesmo pode produzir este material, afinal, você conhece muito bem a região onde atua, não é mesmo?

3 – Peça opiniões e referências sobre o seu trabalho

Como saber se você está fazendo um bom trabalho se ninguém lhe disser? Depois da venda, peça para o cliente um feedback sobre o seu trabalho, o que foi muito bom e o que não foi. Se sentir que tem abertura para isso, também peça que ele escreva uma carta de referência, assim você pode mostrar para os seus futuros clientes.

Este retorno também lhe ajudará a definir o seu pós-venda, pois você saberá com clareza onde acertou e onde errou e, sobretudo, o quão aberto este cliente para futuros contatos.  Se ele deixar claro que não quer continuar o relacionamento, não vale a pena seguir em frente.

4 – Mais nem sempre é mais no pós-venda

Um bom atendimento pós-venda significa estar presente o tempo todo, não é mesmo? Não, não é. Use o bom senso para saber quando entrar em contato com o cliente para que você não se torne “aquele corretor que me amola demais mesmo depois que eu já me mudei”.

Um bom exercício é pensar: “será que eu gostaria de ser contatado agora”? Se a resposta for “não” ou “não sei”, esse realmente não seja o momento.

Caso decida dar um presente ou lembrancinha para o seu cliente, não exagere para que as suas boas intenções não sejam interpretadas como puro interesse.

5 – Dê tempo ao tempo

Como tudo que envolve relacionamento com cliente, o pós-venda exige paciência e tempo. Este é um processo a longo prazo, com frutos que muitas vezes são colhidos apenas muito tempo depois.

Se o bom relacionamento não render uma indicação hoje, nada impede que ele renda daqui a dois ou três anos. Ou mesmo que este cliente precise se mudar novamente em pouco tempo. Adivinhe a quem ele irá recorrer?

Fonte: Viva Corretor

Imóvel residencial em SC tem valorização de 37% em 10 meses

20 de outubro de 2016

A Pesquisa do Mercado Imobiliário (PMI), levantamento divulgado ontem pela Fecomércio SC, mostra que houve uma valorização de 37% no mercado de imóveis residenciais para venda em dez meses. Em agosto, foi registrada a quinta alta seguida em 2016.

A categoria que mais chama a atenção no estudo da Fecomércio SC são os imóveis que custam mais de R$ 1 milhão no Estado. Eles tiveram valorização de 78% entre novembro do ano passado e agosto deste ano.

Florianópolis tem maior alta no valor de imóveis para venda no país 
Joinville está entre cidades com maior alta do aluguel no país

Já os preços de imóveis comerciais para venda tiveram queda de 2% no valor médio do metro quadrado. Levando-se em conta a alta da inflação do período, de 8,39% (IGP-M), quem vendeu nesse período perdeu dinheiro.

Assim como os imóveis residenciais para a venda, os aluguéis residenciais de imóveis grandes foram os que mais valorizaram no período de novembro de 2015 a agosto de 2016. Os apartamentos de quatro quartos tiveram crescimento médio de 22,4% no metro quadrado, e as casas de quatro quartos valorizaram 15%. Mas as quitinetes também tiveram um aumento de preços expressivo, de 9,5%, enquanto os apartamentos de um dormitório sofreram queda de 0,4%.

Por outro lado, quem investiu em sala comercial para alugar passa por um momento ruim. Esse tipo de imóvel sofreu queda de 4,8% no preço médio do metro quadrado, segundo o levantamento. Já as casas comerciais para aluguel valorizaram em 20,5% e as lojas, 17,4%. 

De maneira geral, os imóveis comerciais em Santa Catarina apresentaram crescimento de 4%, um resultado ruim frente a uma inflação alta. No caso da Grande Florianópolis, isso se explica pela grande oferta de imóveis disponíveis.

– Na Grande Florianópolis, até 10 ou 15 anos atrás, tínhamos pouca oferta de imóvel comercial. Passou-se a investir muito nesse segmento, o que fez o número de lançamentos se multiplicar. Com a oferta grande, os preços acabaram caindo – diz o presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis (Secovi) de Florianópolis, Fernando Amorim Wilrich.

Balneário Camboriú tem preços mais altos de Santa Catarina 

Famosa por imóveis de alto padrão, Balneário Camboriú é a cidade mais cara do Estado para comprar ou alugar imóveis residenciais ou alugar comerciais. Para a compra, o metro quadrado em Balneário custava em agosto R$ 7.998, superior à Capital que ocupa a segunda posição, com média de R$ 5.159.

Balneário também é a cidade mais cara para locação comercial, à frente de Florianópolis. A dupla só inverte quando se analisam os dados de venda comercial: neste caso, a Capital catarinense lidera e Balneário vem em segundo lugar.


Fonte: Diário Catarinense.

Mercado imobiliário: perspectivas para 2017

17 de outubro de 2016

Por meio de uma economia fortalecida e consistente, é possível alcançar inúmeros benefícios, como melhora na confiança e renda do consumidor, baixa inadimplência e aumento da empregabilidade. Todos esses fatores asseguram, de certa forma, requisitos propícios para a aquisição de um imóvel, seja ele comercial ou residencial.

Existem muitas perspectivas de melhora para o mercado imobiliário em 2017.

A seguir, vamos trazer quais são elas e os fatores-chave que vão influenciar o setor no próximo ano.

Vamos lá?

Fatores que corroboram para uma melhora do mercado imobiliário em 2017
Inflação em desaceleração
A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016.

Para 2017, a previsão do mercado financeiro para a inflação é de 5,07%, conforme divulgação do Banco Central no último Relatório Trimestral de Inflação, documento que possui as expectativas para a economia.

No entanto, Ilan Goldfajn, presidente do BC, comunicou que tentará conseguir atingir meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Redução da taxa de juros
A taxa de juros, quando mantida alta, onera o crédito e colabora pra inibir o consumo das famílias e a injeção de capital das empresas, elementos mandatórios para a recuperação do crescimento da economia.

Porém, ainda de acordo com o mercado financeiro, para 2017, a estimativa da taxa de juros é de 11%, o que presume uma queda maior no próximo ano.

Produto Interno Bruto (PIB)
Outro fator que contribui para a recuperação do mercado imobiliário é o crescimento do PIB, posto que desempenha o papel de medir o comportamento da economia brasileira, além de ser a junção de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro.

Nesse sentido, a perspectiva é favorável à indústria imobiliária, pois o Banco Central enxerga um cenário dessemelhante para 2017 e mais satisfatório do que o vivido pelos brasileiros em 2016. A instituição anunciou que o PIB deve crescer 1,3% em 2017.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) também vê crescimento do PIB em 2017. Segundo Alejandro Werner, diretor do hemisfério ocidental do órgão, é esperado que a economia brasileira atinja seu ponto mais baixo este ano para ter um crescimento positivo no próximo.

O FMI estimou um avanço de 0,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão.

Outros indicadores
Ademais, de acordo com o BC, a projeção é de que outros indicadores voltem a crescer. Os investimentos devem chegar ao fim de 2017 com uma alta de 4% ante uma queda de 8,7% em 2016.

No consumo das famílias, espera-se que mais números positivos sejam apontados: a organização prevê uma alta de 0,8% no próximo ano.



Benefícios provenientes de uma economia fortalecida
Com o desemprego e a inflação em alta, o consumidor visa adiar o sonho da casa própria, já que ele enfrenta mais dificuldades para assumir dívidas e fechar novos negócios.

Ainda, perante um cenário de retração econômica, os bancos se tornam mais criteriosos para conceder empréstimos.

No entanto, para 2017, a previsão é de que haja redução de juros, o que faz com que a economia fique mais aquecida.

Com isso, as empresas podem colher alguns benefícios. São eles:

Melhora na confiança e renda do consumidor
Com a melhora das perspectivas sobre a inflação, a confiança e a renda dos brasileiros tende a aumentar.

Isso porque consumidores confiantes, com possibilidades positivas em relação ao emprego e, consequentemente, à condição financeira, compram mais, o que ajuda no aquecimento da atividade econômica.

Dessa forma, mesmo bens maiores, como automóveis e imóveis, que, no momento atual – de acordo com o INEC (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) – as pessoas estão mais cautelosas para adquirir, apresentarão excelente performance de vendas.

Baixa inadimplência
A melhora da dinâmica da economia também está ligada à queda da inadimplência.

Esse é um fator preocupante, visto que indica maior risco de que parte das vendas efetuadas e/ou serviços contratados não sejam recebidos, o que gera uma reação em cadeia.

Vamos supor que um consumidor tenha adquirido um imóvel e não tenha conseguido pagar. Dessa forma, ele tenta fazer um acordo para devolver o imóvel para a construtora. Essa, por sua vez, pode ter que cortar funcionários, o que tem reflexo direto no aumento do desemprego.

A melhora da inadimplência é um dos fatores determinantes para que o mercado imobiliário volte a crescer.

Aumento da empregabilidade
O aumento da empregabilidade também é um aspecto importante e influencia diversos setores da economia.

Em 2017, economistas preveem que o desemprego deve ceder, o que também influenciará positivamente o mercado imobiliário.

Crédito imobiliário mais barato
Com uma economia mais estável, o mercado imobiliário é influenciado positivamente, já que, assim, os consumidores voltam, também, a ter crédito disponível.

Afinal, em um ciclo econômico crescente, há crédito imobiliário mais barato e uma demanda em alta.

Quem atua no setor sabe que a falta de crédito para financiamento de imóvel é uma condição necessária para o avanço do mercado imobiliário no Brasil.

Baixo crédito imobiliário em 2015 e 2016
Entre 2015 e 2016, o mercado imobiliário brasileiro viveu um momento com muitas especulações e dúvidas.

Em 2015, o resultado desfavorável do setor foi puxado pelo enfraquecimento na economia nacional e incertezas políticas. Em virtude disso, a taxa de juros era alta e o crédito mais escasso.

Por esse motivo, muitas incorporadoras não lançaram novos empreendimentos, concentrando-se somente na venda das unidades em estoque.

Retomada do crescimento do mercado imobiliário em 2017
Os sinais de uma melhora para o mercado imobiliário virão em 2017 com a desaceleração da inflação e a queda na taxa básica de juros no país, fatores que vão favorecer a oferta de crédito imobiliário para o consumidor.

O setor depende de como está o cenário no país, e já é possível prever uma melhora econômica e boas expectativas para o próximo ano.

Com a retomada do crescimento econômico e os ajustes que devem ser feitos no cenário político, a tendência é que o mercado imobiliário apresente boa melhora em 2017.

Fonte: Exame.com

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