Balneário Camboriú presente em ranking de bem-estar urbano

28 de setembro de 2016

Em 14º lugar, Balneário Camboriú é a única cidade catarinense presente em ranking de bem-estar urbano

Promovido pelo Observatório das Metrópoles, o Índice de Bem-Estar Urbano (Ibeu) dos municípios brasileiros destaca Santa Catarina de forma tímida.

No ranking das 100 melhores cidades, há apenas uma representante catarinense: Balneário Camboriú, cujo índice geral de 0,928 foi aumentado graças à avaliação positiva em infraestrutura urbana. Em compensação, o Estado não apresenta nenhuma cidade no levantamento dos 100 piores municípios analisados. Balneário Camboriú é a única cidade brasileira que dispõe de "condição muito boa" em relação à infraestrutura urbana, conforme o Ibeu, que analisou pavimentação, calçamento e iluminação pública, por exemplo.

Essa variável apresenta a pior situação de bem-estar para um país como um todo, já que 91,5% dos municípios estão em níveis "ruins" e "muito ruins". Florianópolis, por sua vez, tem avaliação "média" e ocupa a 9ª colocação em uma lista que leva em consideração apenas a infrestrutura das capitais. No ranking de bem-estar geral das capitais, a Ilha de Santa Catarina ocupa a mesma posição. A cidade não figura nem entre as 100 melhores, nem entre as 100 piores. 

O levantamento

O Ibeu é feito pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia com o propósito de oferecer mais um instrumento para avaliação e formulação de políticas públicas. O índice apresenta um levantamento inédito sobre as condições urbanas dos 5.565 municípios brasileiros. A pesquisa mostra que entre os maiores desafios do Brasil estão a infraestrutura e os serviços coletivos.

Fonte: Diário Catarinense

Justiça libera aumento de potencial construtivo em Balneário

26 de setembro de 2016

Um parecer do desembargador Alexandre D` Ivanenko, vice-presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina ( TJSC), autorizou a prefeitura de Balneário Camboriú a aplicar os índices Icon/ Icad, que aumentam o potencial construtivo em troca do pagamento de desapropriações.

A prefeitura recorreu ao TJSC porque duas decisões conflitantes vinham causando insegurança jurídica. O desembargador considerou que, se a liminar foi derrubada em uma ação movida por uma construtora, isso se estende a todas as outras.

Ao todo, 28 empreendimentos, a maioria deles de alto luxo, fizeram uso do Icon/ Icad e aguardavam a decisão para seguir com as obras.

Fonte: Diário Catarinense.

Imóvel residencial em SC tem valorização de 37% em 10 meses.

21 de setembro de 2016

A Pesquisa do Mercado Imobiliário (PMI), levantamento divulgado ontem pela Fecomércio SC, mostra que houve uma valorização de 37% no mercado de imóveis residenciais para venda em dez meses. Em agosto, foi registrada a quinta alta seguida em 2016.

A categoria que mais chama a atenção no estudo da Fecomércio SC são os imóveis que custam mais de R$ 1 milhão no Estado. Eles tiveram valorização de 78% entre novembro do ano passado e agosto deste ano.

Já os preços de imóveis comerciais para venda tiveram queda de 2% no valor médio do metro quadrado. Levando-se em conta a alta da inflação do período, de 8,39% (IGP-M), quem vendeu nesse período perdeu dinheiro.

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Assim como os imóveis residenciais para a venda, os aluguéis residenciais de imóveis grandes foram os que mais valorizaram no período de novembro de 2015 a agosto de 2016. Os apartamentos de quatro quartos tiveram crescimento médio de 22,4% no metro quadrado, e as casas de quatro quartos valorizaram 15%. Mas as quitinetes também tiveram um aumento de preços expressivo, de 9,5%, enquanto os apartamentos de um dormitório sofreram queda de 0,4%.

Por outro lado, quem investiu em sala comercial para alugar passa por um momento ruim. Esse tipo de imóvel sofreu queda de 4,8% no preço médio do metro quadrado, segundo o levantamento. Já as casas comerciais para aluguel valorizaram em 20,5% e as lojas, 17,4%. 

De maneira geral, os imóveis comerciais em Santa Catarina apresentaram crescimento de 4%, um resultado ruim frente a uma inflação alta. No caso da Grande Florianópolis, isso se explica pela grande oferta de imóveis disponíveis.

– Na Grande Florianópolis, até 10 ou 15 anos atrás, tínhamos pouca oferta de imóvel comercial. Passou-se a investir muito nesse segmento, o que fez o número de lançamentos se multiplicar. Com a oferta grande, os preços acabaram caindo – diz o presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis (Secovi) de Florianópolis, Fernando Amorim Wilrich.

Balneário Camboriú tem preços mais altos de Santa Catarina 

Famosa por imóveis de alto padrão, Balneário Camboriú é a cidade mais cara do Estado para comprar ou alugar imóveis residenciais ou alugar comerciais. Para a compra, o metro quadrado em Balneário custava em agosto R$ 7.998, superior à Capital que ocupa a segunda posição, com média de R$ 5.159.

Balneário também é a cidade mais cara para locação comercial, à frente de Florianópolis. A dupla só inverte quando se analisam os dados de venda comercial: neste caso, a Capital catarinense lidera e Balneário vem em segundo lugar.