Aro da maior roda gigante estaiada da América Latina está pronto em Balneário Camboriú!

28 de setembro de 2020

A construção da FG Big Wheel em Balneário Camboriú chegou a uma das etapas mais esperadas. Depois de quase dois meses do início da montagem, o aro da maior roda gigante estaiada da América Latina está completo. A atração que já compõe a paisagem do Pontal Norte deve ser inaugurada na primeira quinzena de dezembro.


Segundo o engenheiro da obra, Marcelo Anderle, o cronograma geral do empreendimento alcançou 69% de execução. “Os próximos trabalhos serão de solda dos segmentos e torqueamento dos cabos de aço de sustentação. Após estes ajustes, serão iniciadas a montagem dos suportes das cabines e posterior montagem das mesmas”.

A instalação das 36 cabines climatizadas deve durar cerca de 30 dias. Cada uma contará com capacidade para seis pessoas sentadas. Nelas, os visitantes terão uma visão panorâmica de 360 graus, rodeada de mata atlântica e de frente para o mar, chegando a 82 metros acima do nível do mar.

A experiência do público na roda gigante será de 20 minutos. Similar no seu design à icônica London Eye, de Londres (Inglaterra), a FG Big Wheel vai operar em horário diferenciado, tornando-se também uma atração de lazer noturno. O valor do ingresso ainda não foi definido, mas os empreendedores já anunciaram que o preço será acessível e com desconto para quem comprar pela internet.

O complexo vai oferecer ainda áreas de convivência com praça de alimentação, lojas de souvenirs e banheiros. Este espaço ficará aberto ao público e apenas o que for consumido será cobrado. Toda a estrutura vai se conectar ao Deck do Pontal Norte, que já foi reformado pela empresa.

O boom do mercado imobiliário de alto padrão!

23 de setembro de 2020

Pouca rentabilidade das aplicações de renda fixa e adoção definitiva do home office provocam uma alta sem precedentes no setor.

O mercado brasileiro de imóveis de luxo tem algumas características peculiares. Ele independe do crescimento do país e, de tempos em tempos, apresenta forte expansão — mesmo se os indicadores econômicos estiverem no caminho oposto. É isso o que se vê agora. Há alguns dias, a Coelho da Fonseca, uma das principais imobiliárias desse segmento, vendeu um apartamento de 900 metros quadrados no bairro dos Jardins, em São Paulo, por 31,5 milhões de reais. Por mais que o valor seja assombroso para a maioria esmagadora dos brasileiros, negócios desse tipo não são exatamente uma raridade, pelo menos em 2020. “O mercado está superaquecido”, diz a private broker (termo em inglês para designar os profissionais qualificados para vender ao público vip) Renata Firpo, uma das principais especialistas do mercado de imóveis de alto padrão do país. “Praticamente toda semana vendemos residências de valor elevado.” 

A executiva relata que há vendedores negando ofertas antes vistas como irrecusáveis. “O proprietário de uma casa de 15 milhões não está tão interessado em negociá-la, porque considera que depois não terá onde investir a quantia”, afirma a especialista. Essa é uma das explicações que justificam a intensa procura por imóveis de altíssimo padrão. Com a taxa Selic nos níveis mais baixos da história, aplicações tradicionais de renda fixa deixaram de ser atrativas. Na renda variável, o risco é elevado, especialmente em um cenário de pandemia e com incertezas sobre a capacidade de recuperação da economia no futuro próximo. Sem ter para onde correr, os muito ricos compram, portanto, imóveis. As fronteiras fechadas, que bloquearam viagens e dificultaram investimentos no exterior, também estimularam o segmento. Um terceiro fator é o avanço irrefreável do home office. Com a perspectiva de trabalhar em casa, profissionais bem-sucedidos — aqueles obviamente que ganham mais — resolveram investir em moradias. Junte tudo isso e o resultado é um mercado em ascensão como poucas vezes se viu no Brasil.

Dados consolidados mostram que a tendência das moradias maiores começou em 2019, quando foram negociadas 3 300 unidades acima de 1,5 milhão de reais na cidade de São Paulo, muito acima das 2 200 do ano anterior. Em 2020, o mercado como um todo cresceu. Segundo a Secovi-SP, em julho foram vendidas na capital paulista 4 300 unidades residenciais novas, resultado 45,5% acima do mês anterior. No Brasil, de acordo com informações da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), os contratos fechados avançaram 10,5% no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2019. A alta expressiva da demanda resulta na valorização dos imóveis. A depender da região do país, os preços subiram entre 5% e 10%. O luxo é chique, desde que tratado com modéstia e respeito, mas, acima de tudo, pode ser extremamente rentável. 

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Panorama do mercado imobiliário no pós-pandemia é marcado por novas tendências e oportunidades!

31 de agosto de 2020

A pandemia do novo coronavírus gerou uma crise econômica sem precedentes na maioria dos setores. Porém, durante o período, o setor imobiliário foi um dos menos impactados e, em junho, voltou a contratar, sendo responsável por gerar e manter milhões de empregos. Dessa forma, o ramo imobiliário tem fundamental importância para o crescimento do Brasil, em especial nesse momento de crise. Fatores como linhas favoráveis de crédito, bons preços e taxas baixas de juros são vistos como os principais impulsionadores da retomada econômica.

Mesmo com o registro de baixa nos primeiros meses da pandemia, a procura por ofertas do setor imobiliário registrou alta no segundo trimestre do ano. Em Santa Catarina, o interesse pela compra de imóveis no estado aumentou 17% no segundo trimestre de 2020 em comparação com o mesmo período de 2019, segundo dados do site OLX. Casas e apartamentos para alugar também registraram crescimento de 15% nas buscas feitas pela plataforma.

Novas tendência do mercado imobiliário

As medidas de isolamento social fizeram com que as pessoas ficassem mais tempo em casa e passassem a valorizar algumas características nos imóveis diversas daquelas que eram valorizadas antes da pandemia, como o tamanho maior das residências e a existência de espaço aberto ou área de varanda, por exemplo. Outra coisa que pode mudar o mercado imobiliário é a tendência do aumento de trabalho em regime home office, que faz com que as pessoas não sintam mais a necessidade de morar perto dos locais de trabalho e possam comprar imóveis mais afastados dos centros urbanos.

Essas tendências são confirmadas pela terceira versão da pesquisa “A influência do Coronavírus no mercado imobiliário brasileiro", divulgada pelo Grupo ZAP. Os dados mostraram que a procura por imóvel voltou a ganhar velocidade e que atributos como vista livre, varanda e ambientes bem divididos passaram a ser mais valorizados pelo consumidor depois da quarentena. Para 38% dos entrevistados, ter um imóvel que seja uma casa é considerado muito importante. Além disso, para 51% deles também é muito importante ter um imóvel maior.

 

A crise pode ser uma oportunidade para fazer um bom negócio

Para um bom investidor a crise pode ser vista como uma oportunidade, principalmente para aqueles que têm dinheiro para aplicar. No mercado imobiliário atual é possível encontrar negócios por preços mais baixos do que a média. Além disso, com a aquisição de um imóvel é possível gerar renda com o aluguel para terceiros, o que torna a opção ainda mais atrativa nesta época.

O fato de a taxa Selic alcançar um dos níveis mais baixos da história - caindo de 2,25% para 2% ao ano - mostra também que esse é um bom momento para investir em imóveis, já que o dinheiro parado na poupança rende pouco e os investimentos em títulos públicos e renda fixa também perderam valor. Os números confirmam essa tendência. Somente no primeiro semestre do ano, os financiamentos de imóveis feitos com recursos da poupança cresceram quase 30%. Com a queda nos juros, houve aumento em mais de 20% dos financiamentos imobiliários feitos pela Caixa Econômica Federal.

Outra coisa que é importante considerar neste momento é a segurança dos investimentos. Com empresas falindo e perdendo força fica mais arriscado investir na bolsa de valores e a compra de um imóvel pode ser a melhor forma de preservar o dinheiro e garantir a rentabilidade.