Mercado financeiro para de piorar as projeções para o PIB Brasil/2020

27 de julho de 2020

Após o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzir a taxa básica de juros – Selic – para um novo piso histórico (2,25% a.a.), a pesquisa Focus, realizada semanalmente pelo Banco Central com analistas do mercado financeiro, parou de reduzir as projeções para o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020.

No levantamento do dia 19/06, a estimativa para o PIB passou a ser de queda de 6,50% contra -6,51% na semana anterior (12/6). Desta forma, depois de 18 semanas consecutivas, a pesquisa do Banco Central interrompeu as previsões de piora para a atividade econômica no País.

O IBC-Br, indicador de atividade também divulgado pelo Banco Central, registrou retração de 9,73% em abril em relação ao mês anterior, resultado que revela que a economia brasileira iniciou o segundo trimestre com forte impacto das medidas de distanciamento social adotadas para conter o avanço do novo coronavírus (Covid-19).

Outros indicadores referentes ao quarto mês do ano também demonstraram que esse pode ter sido o fundo do poço da economia. Observou-se retração no comércio varejista (-16,8%), no setor de Serviços (-11,7%), e na produção da indústria (-18,8%) em relação ao mês anterior, conforme pesquisas divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esses resultados refletem o impacto da pandemia durante um mês inteiro, já que as medidas de isolamento social começaram a ser divulgadas em meados de março”, afirma a economista do Banco de Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos.

“Vale ressaltar que a estimativa da pesquisa Focus para o PIB Brasil em 2020 está melhor do que a aguardada pelo Banco Mundial (-8%) e também pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE (-7,4%)”, ressalta.

Para 2021 a pesquisa do Banco Central manteve a expectativa de crescimento de 3,50% e para 2022 alta de 2,50%.

“O levantamento não espera mais redução dos juros. De acordo com os analistas consultados pelo Banco Central a Selic encerrará 2020 em 2,25% que é o patamar atual. Essa foi a quinta semana consecutiva que a pesquisa Focus manteve o patamar de 2,25% para a Selic em 2020”, diz a economista.

 ação  integra o projeto ‘Banco de Dados da Construção – BDC (2ª Fase)’ realizado pela CBIC em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Fonte: https://cbic.org.br/es_ES/mercado-financeiro-para-de-piorar-as-projecoes-para-o-pib-brasil-2020/

Um novo olhar do mercado imobiliário é tendência no litoral brasileiro!

13 de julho de 2020

airros planejados são uma inovadora opção para quem quer morar com qualidade de vida sem abrir mão da estrutura dos grandes centros urbanos.

Se você procura ter uma verdadeira qualidade de vida sem abrir mão das modernas estruturas dos grandes centros urbanos, você procura, sem dúvida, morar num bairro planejando. Em contraste com o desenvolvimento desordenado e a poluição das grandes cidades, os bairros planejados são desenvolvidos por arquitetos, urbanistas e outros profissionais que planejam os espaços com foco em segurança, sustentabilidade, convivência e comodidade.

A rotina de sair de casa, ir ao trabalho, ter momentos de lazer, realizar exercício, ir ao supermercado ou farmácia e tantas outras atividades do dia a dia têm se tornado exaustiva e preocupante. Deixar o lar lembra trânsito parado, dificuldade para estacionar, perda de tempo e sensação de insegurança.

Em Santa Catarina, na região Balneário Camboriú, um grupo ousado e inovador está desenvolvendo o “Colinas de Camboriú Village", que nasceu sob o conceito “Conquiste seu projeto de vida”. É um bairro planejado que está sendo construído junto à cidade e irá otimizar o tempo e ampliar o bem-estar dos moradores. O lançamento exclusivo é da Embralot (Empresa Brasileira de Loteamentos), que possui em sua equipe técnica, profissionais com mais de 40 anos de experiência em variados empreendimentos. A empresa trabalha com o foco em fazer diferente, fazer o novo, visando desenvolver e entregar para seus clientes mercadorias com diferenciais do que existem no mercado.

De acordo com o CEO da Embralot, Thiago Cabral, o fato de não ter mais terrenos junto à Balneário Camboriú para desenvolvimento de algo planejado com o porte e serviços que terá o Colinas de Camboriú Village, torna o empreendimento ainda mais especial.

“Esse será́ o único espaço construído em uma área nobre, ligada diretamente a cidade e cercada pela natureza. Estamos atendendo uma demanda represada do mercado, com urbanização e ocupação com planejamento e setorização. Conceituamos o empreendimento no resgate da vida saudável, da forma de viver e criar os filhos de uma maneira sadia e com muita estrutura, no colinas teremos escola, hospital, supermercado, hotel, farmácia e muito mais, tudo isto num lugar que oferece toda privacidade e segurança e ao mesmo tempo estando perto de tudo com um acesso sem igual.”, afirma Cabral.

Fonte: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/embralot/olhar-imobiliario/noticia/2020/07/07/um-novo-olhar-do-mercado-imobiliario-e-tendencia-no-litoral-brasileiro.ghtml

Mercado imobiliário ganha fôlego!

29 de junho de 2020

A recente decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic de 3% para 2,25% representa um bom momento.

A recente decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic de 3% para 2,25% representa um bom momento para o mercado imobiliário, analisa a Associação Regional da Construção de Campinas e Região (Habicamp).

Vice-presidente da entidade, Douglas Vargas entende que o consumidor brasileiro tem uma grande vantagem, apesar da crise econômica ter sido agravada pela pandemia da Covid-19, pois a estimativa de queda do Produto Interno Bruto (PIB) no País é em torno de 6,5%, enquanto no mundo estão falando em 9%. “O brasileiro passou por tanta crise e, por isso, tem um poder de se remodelar, de vencer os obstáculos, de se reinventar. Eu acho que isso é a nossa grande virtude. Superamos, por exemplo, o plano Collor, quando de certa forma, não tivemos isolamento social, mas sim econômico. Então, isso é um grande exemplo”, completa.

Vargas informa, entretanto, que os valores de venda ainda não tiveram queda. A explicação pode estar atrelada à demanda por necessidade. A partir da retomada, projeta, donos de empresas vão precisar de capital para manter as portas abertas. Assim, considera que “passarão a vender imóveis com uma certa desvalorização para não ter que fazer uma capitação de dinheiro em banco."


Fonte: https://correio.rac.com.br/_conteudo/2020/06/campinas_e_rmc/957322-mercado-imobiliario-ganha-folego.html#